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| ESTAÇÃO CIÊNCIA
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Máquina de vestir
As roupas inteligentes regulam a temperatura de acordo
com o clima, medem a pressão e avaliam o grau de stress
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O uniforme muda de cor, detecta a
presença de gases letais e toma o pulso
do soldado
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| Henrique
Fruet |
| Na
Idade da Pedra, o ser humano recorria às peles de animais em busca de
calor e proteção. Em plena era da informação, as roupas ficaram inteligentes
e há desde tecidos que se adaptam às variações climáticas e evitam as
constrangedoras manchas de suor debaixo do braço até protótipos como jaqueta
com celular, cueca com ar-condicionado, camiseta com sensores para medir
pressão, temperatura e batimentos cardíacos ou a luva que aciona um alarme
anti-stress.
O Exército americano lançou mão da nanotecnologia, ciência que manipula
partículas com um centésimo da grossura de um fio de cabelo, para criar
um uniforme de guerra imbatível. Resistente às balas, a armadura regula
a temperatura do corpo, tem sensores para medir os sinais vitais dos soldados
e muda de cor conforme o ambiente. A roupa-camaleão estará pronta para
combate em dez anos, suas fibras ventilam o corpo, mas fecham-se ao entrar
em contato com armas químicas. Para os civis, a empresa americana Nano-Tex
criou um tecido impermeável que não molha nem mancha. Os pêlos microscópicos
de material plástico são entrelaçados às fibras de algodão e impedem a
absorção de líquidos, mas deixam o corpo transpirar.
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| Fonte:
Revista ISTOÉ
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| Directweb Notícias
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